Mal consigo respirar, a pressão é sufocante,
O nível de açúcar nos lábios,torna-se irrelevante.
Tenho os olhos a lacrimejar e o suor está gelado,
O coração para e acelera se tu ficas do meu lado.
A queda do cabelo varia com os teus gostos,
As melhoras e pioras mudam conforme o teu posto.
Os vómitos dão-se a qualquer altura,
As dores, essas, são constantes,
As palavras com amargura,
Sempre sem tranquilizantes.
Os sedativos não funcionam,
Não encontro qualquer resposta,
As análises questionam,
A quem gosta e quem não gosta.
A febre vai elevada e ninguém tem uma cura,
Os ataques junto a ti esses já ninguém os segura.
Esta é maneira de te mostrar que o sentimento é profundo,
Causa mágoa e causa dor, do tamanho deste mundo.
Não quero afastar-me, mas sim, quero que entendas,
Não existe qualquer linha que atenue essas fendas.
Por isso não as cries e deixa-me nos dias de cama,
Ao menos sei o quero e e certifico-me que não me amas.
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