Agoiraste todas as expectativas que tinha na minha pessoa,
Asseguraste-te por meios evasivos que eu não era coisa boa,
Incendiaste-me a esperança e assaltaste o meu destino,
Tornaste-me impotente e já não posso andar sozinho.
Derrotaste-me sem qualquer classe e criaste desavenças,
Jogas-te sujo desde inicio e puseste fim ás minhas crenças.
Foi feio da tua parte se alguma coisa menos feia tens em ti,
Do teu lado ninguém sonha, imagina ou sorri.
os teu métodos cor de guerra, cor suja até dizer chega,
choraste ao ver-me assim, de alegria não tristeza.
Comparo-me a um paraplégico onde os sentimentos não se movem,
Não existe nem cadeira que ajudem este homem,
Mas vivo na esperança porque essa nunca morre,
Admito ser difícil, como eu já não se move.
Não tenho rancor na tua pessoa, em tua alma ou coração,
Um dia vais querer paz ou invés de confusão.
Talvez tenhas nascido ou crescido numa outra divisão,
Algo mais triste que o mal, que uma cela ou prisão,
Toda a tua maldade ou teu método experimental,
Faz de mim o que sou hoje, um perfeito anormal,
Cena de bandidos, assaltantes e malfeitores,
cena de má vida, preconceitos, mal de amores.
pensaste que era playboy e a cama a minha mansão,
por isso a tua perplexidade quando te estiquei a mão,
Engoli os teus ataques e mastiguei o que fizeste,
Perdoei tudo o havia e para ti isso é doente.
Expliquei-te a realidade e não pedi mais nada em troca,
E tu quiseste avançar mas em mim já ninguém toca.
Nenhum comentário:
Postar um comentário